Vulto negro, assombroso
Escuridão malévola, enganadora
Suas sombras te espreitam
Rastejando, espreitando
Nada há nesse mundo de mais sombrio
Que o não saber, a ignorância
Daquilo que procura te atingir
Daqueles cujo intento é te ferir
Dor amarga, ligeiro estremecer
Toma teu corpo tão frágil
Com as torturas mais cruéis
Que afligem mente e alma, mas não o corpo
Não ouse deslizar para longe,
Ainda assim irão te achar
Sinta o tormento, o sangue escorrendo
Até que tudo esteja acabado
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