O brilho do olhar
Suave ao me envenenar
O calor da pele alva
Envolvia, embriagava
O canto de sereia maliciosa
Arrasta-me, libidinosa
Para as profundezas de cetim
Onde hei de encontrar meu fim
Dança, queima o mar
Que sempre lhe serviu de lar
E outro vá enganar
Pois quando meu olhar desviava
E em tua visão se deleitava
Minha prisão me cativava
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