quarta-feira, 10 de julho de 2013

Corrompida

Ódio emaranhado no peito
Alastrando-se pela alma
Infectando a mente
Desrespeitando o carma

Lágrimas de sangue percorrem
Trilhas desconhecidas
Maculando o espírito
Atormentando as feridas

Nesse abismo sem fim
Desesperançosa, aguardo
De Deus Ex-Machina a salvação
Para um coração há muito quebrado

Veneno sem solução
Espalha-se contra a pureza
E assim vai, lentamente,
Privando-a de toda sua beleza

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