quarta-feira, 3 de julho de 2013

Duplipensar

Memórias pelo frio da escuridão queimadas
Congeladas pela claridade do fogo
Memória querida de tempos sofridos
Da felicidade, lembranças sórdidas

O luar do Sol
Espalhando-se pela alma sombria
Escurecendo as últimas faíscas
Dessa alma recém-nascida

O riso fere
As lágrimas acalmam
A verdade é amarga
A mentira é doce

Viver é morrer
Ser livre é ser prisioneiro
Guerrear é buscar pela paz
Ignorância é força

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